Os indiozinhos de papel
 

Este Titulo que mais parece matéria de ficção está acontecendo na vida real, e nos traz ainda mais tristeza e indignação quando a manipulação e a fraude é realizada contra os Cofres Públicos e utilizando os nossos pobres irmãos Índios como instrumentos.

Neste Brasil pós Constituição da Nova Republica “de Ulisses” tudo pode acontecer.

Este assunto levantado pelo Jornal da Praça pode explicar a explosão demográfica verificada nas ultimas décadas quanto ao numero real de Indígenas em nosso Estado.

A Constituição dá o Direito de Bolsa Maternidade e outros Benefícios para a Indígena que comprove a recente maternidade, uma medida humanitária.

Portanto, a indígena que aparece com um recém nascido nos braços recebe o documento de comprovação da criança e assim tem acesso aos benefícios da Lei.

São duas as variações do desvio de conduta.

Segundo as noticias, muitas mães poderiam apresentar a mesma criança para diferentes Registros, e assim seriam “crianças papel”.

A outra variante é que depois de decorridos os meses de Benefícios, as mesmas supostas “mães” poderiam apresentar um novo filho e fazer júz a novas Bolsas. Com uma agravante que causa revolta quando a suposta “mãe” deve comunicar o “óbito” do filho que existiu apenas no “papel”. Certamente que isso tudo somente poderá estar ocorrendo com a cumplicidade e conivência dos Órgãos que tratam da Política Indigenista no MS. As supostas “mães”, sozinhas, não teriam capacidade de arquitetar e tirar proveitos desse crime.

Estes fatos que estariam sendo investigados, ao ser comprovados, vão trazer às claras a situação real da mortalidade infantil nas aldeias, um dos mais graves problemas apresentados como fator preponderante par o aumento das Terras Indígenas. Caso o excedente dos Indiozinhos Papel esteja sendo eliminado o numero de óbitos também é irreal.

Repugnante e condenável este fato da Criança Papel – A Fabrica de Índio, conforme a Manchete do Jornal da Praça. Que explica a utilização de crianças indígenas por mais de uma mãe para fins de recebimento de auxílio-maternidade,

Alertando que os fatos estão sob investigação, e se comprovados devem corroborar com a opinião do Governador Pucinelli quando ele pede a reformulação da atual e falida Política Indigenista no Estado, inclusive com a extinção da FUNAI.

Por esses e outros fatos observa-se que em diversos Municípios do MS, os Padres, Párocos das Paróquias estão se afastando das Organizações Governamentais e não Governamentais que tratam com os Índios.

Declarações escritas e divulgadas por esses Sacerdotes Católicos, que sempre estiveram ao lado desse setor, agora expressam a intenção de continuar a proteger os Índios, porem sem participarem de associações e ONGs alienígenas.

Enquanto tudo isso vem acontecendo no Mato Grosso do Sul, a Economia parou devido à insegurança do Direito de Propriedade. Os Investidores de outros Estados fogem desta Região. As Terras estão desvalorizadas. E segundo dados divulgados na Mídia Estadual o prognostico da safra 2008/2009 já diminuiu em seis por cento.

Pobres Indiozinhos de Papel e Pobres de nós que insistimos na Produção de Alimentos, por um BRASIL Verde e Amarelo, sem TERRA VERMELHA.

Fundador da FAMASUL e Ex.Presidente do S.R.de Ponta Porã


 
Fonte: • R. Ney Magalhães- Produtor Rural em Amamba
Data: 08/11/2021
 
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